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Autoconsumo solar com baterias: como funciona e como começar

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A eletricidade está cada vez mais cara e imprevisível. Ao mesmo tempo, a tecnologia solar tornou-se mais acessível e eficiente. É aqui que entra o autoconsumo fotovoltaico: produzir eletricidade com painéis solares para usar em casa (ou no negócio) e reduzir a dependência da rede. E quando adicionamos baterias, a poupança e a autonomia sobem de nível.

Neste artigo explicamos, de forma prática, o que é autoconsumo, como funciona em Portugal, o que muda quando se juntam baterias, e quais os passos para instalar com segurança e sem surpresas.

 

O que é autoconsumo fotovoltaico?

Autoconsumo é produzir energia elétrica localmente (normalmente com painéis solares) e consumi-la no momento. Quando a produção é superior ao consumo instantâneo, existe excedente que pode ser injetado na rede ou armazenado em baterias.

 

Porque é que as baterias fazem diferença?

Na prática, grande parte da população trabalha fora durante o dia e consome mais ao fim da tarde/noite, precisamente quando o sol baixa.

Com baterias, consegue:

  • Aumentar a taxa de autoconsumo (usar mais energia produzida por si);
  • Reduzir compras à rede nas horas em que a energia pesa mais;
  • Criar alguma autonomia em caso de falhas (dependendo do sistema e configuração);
  • Aproveitar excedentes que, de outra forma, seriam exportados.

Em termos simples: painéis reduzem a fatura; baterias tornam essa redução mais consistente ao longo do dia.

 

Quanto dá para poupar?

Depende de quatro fatores principais:

  • Perfil de consumo (quantos kWh e em que horas);
  • Potência instalada (quantos painéis);
  • Existência de bateria (e capacidade em kWh);
  • Tarifa/contrato de eletricidade.

Regra prática:

  • Quem consome mais durante o dia tende a ter ótimo retorno mesmo sem bateria.
  • Quem consome mais ao fim do dia/noite beneficia muito de bateria (ou de estratégias de deslocação de consumos, como programar máquinas/AVAC em horas solares).

 Assim, um bom dimensionamento não é instalar o máximo de painéis possível, mas sim equilibrar investimento e retorno.

Passos essenciais:

  1. Analisar faturas e hábitos (kWh/mês e horários de consumo);
  2. Avaliar telhado (orientação, sombras, inclinação, área útil);
  3. Definir objetivo: poupança rápida vs. maior autonomia;
  4. Decidir bateria: faz sentido e qual a capacidade certa?
  5. Escolher equipamentos certificados e proteções adequadas.

 

Como é que a equipa da Roteiro do Saber pode ajudar

A instalação de painéis e baterias é tanto “engenharia” como “estratégia de poupança”. A Roteiro do Saber garante:

  • Análise do consumo e dimensionamento à medida
  • Fornecimento e instalação de painéis + inversor + (opcional) baterias
  • Proteções e conformidade da instalação
  • Apoio no processo de registo quando aplicável
  • Monitorização e acompanhamento, para garantir que o sistema está a render

Se quer reduzir a fatura e ganhar previsibilidade, o primeiro passo é simples: uma avaliação técnica com base no seu consumo real.

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